Visitar o Louvre, em Paris, foi a oportunidade de viver o que ouvi na escola, nas aulas de História e de Arte. Monalisa, Código de Hamurabi, Vênus de Milo, Egito e tudo mais o que não deu pra ver durante quatro horas de andanças.
O palácio medieval que começou a ser construído no século XII, por si só, é um espetáculo à parte. Imenso, lindo, com a pirâmide de vidro no centro (a de baixo também é linda). Sim, você já fica de boca aberta na largada.
Por dentro, outro espetáculo em centenas de salas, obras, história. É uma parte do mundo!!
Óbvio que não consegui ver tudo e priorizar o que ver é importante. Mapa em mãos e partimos.
Não precisamos esperar na fila para entrar no museu porque entramos com o Paris Pass. Começamos pelo Egito, que sempre me deixou encantada. Esculturas e mais esculturas, papiros, adereços. Tudo ali, diante dos nossos olhos.
Na sequência, esculturas da Grécia Antiga e a linda Vênus de Milo até chegar na Mesopotâmia (fiquei encantada, pois fiz um trabalho sobre a Mesopotâmia quando estava na 7° série) para ver a pedra onde foi escrito o Código de Hamurabi: olho por olho, dente por dente.
E seguindo mais um pouco, a muvuca no corredor entregou que estávamos chegando perto da Mona. Sala cheia pra ver La Gioconda, de Leonardo da Vinci. Mas vale a atenção: as outras obras da sala são lindas também!

Antes de sair do museu ainda passamos pela “Roma Antiga” e o passeio não terminou. Na parte de baixo do museu tem o Carroussel du Louvre: a pirâmide invertida que fica de ponta cabeça.
E uma diquinha para deixar o passeio ainda mais especial: que tal um almoço no jardim do Louvre, com vista para a Tour Eiffel (claro)?
