Amsterdam,Europa,Holanda

Passando perrengue para chegar em Amsterdam

O primeiro destino da minha primeira viagem para a Europa foi Amsterdam. Para chegar até lá, fizemos a imigração no Aeroporto de Frankfurt e confesso que tive receio em relação ao idioma – mesmo com os agentes falando em inglês, fiquei um pouco nervosa, caso eles só falassem em alemão. Mas esse foi só o começo… kkkk

Logo na chegada, assim que passamos pelo Raio-X, nos chamaram para uma sala reservada. No post sobre minha viagem entre Santiago do Chile e Mendoza comentei que me bateu um medinho quando passei pela imigração no meio da Cordilheira dos Andes, mesmo quando não tinha feito nada errado. Pois dessa vez eu tive medo real!!! Kkkkk

Entramos na salinha pequena com as paredes todas brancas e o agente pediu para que colocássemos as nossas mochilas na mesa de metal. Abrimos e ele pediu para que tirássemos a case da nossa câmera de dentro da mochila. Levamos a câmera numa bolsinha pequena, não muito maior que duas caixas de leite juntas. Abrimos a case e o agente pediu para tirar a câmera de dentro.

Em seguida, me senti num episódio daquele programa do National Geographic, o Aeroporto (+ o nome de uma grande cidade do mundo): o agente passou um lencinho bem pequeno por dentro de toda a case. Passou, passou, passou e depois nos dispensou sem dar nenhum detalhe.

Na época não conhecia o programa de TV, mas toda vez que assisto (eu adoro!!!) lembro daquele momento. Se sem saber o que poderia acontecer, fiquei morrendo de medo, imagina se soubesse o que acontece quando o reagente fica azul turquesa… kkkk

Que suxxxto

Passada a imigração, hora da nossa conexão para Amsterdam. O vôo rapidinho, de no máximo uma hora, seguiu sem nenhum contratempo. Até a hora do pouso…

Sentamos ao lado de uma senhora do tipo classuda. Ela estava sozinha, não foi simpática e até parecia metida. Ficamos na nossa, conversando normalmente, e achamos que ela seria estrangeira. Mas quando a roda do avião encostou na pista, deu uma “quicada” e todo mundo quase bateu o rosto na poltrona da frente, ela soltou bem alto: Que suxxxxxxto!!!

Olhei pro meu marido assustada e foi difícil segurar o riso, pois ela ouviu nossa conversa em português durante o vôo todo, cheia de pose… E é aquilo, quando o medo bate, nada como a nossa língua nativa. Mais um bordão pra conta!

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